Estava cansada, exausta. Desistindo de tudo.
Ela estava cansada de ser tratada como brinquedo, mas não qualquer brinquedo. Aquele que fica guardado no maleiro do guarda-roupa, que a criança quase nunca brinca, não merecedor de atenção.
Ela se sentia um verdadeiro lixo.Se sentia a ultima opção,a ultima escolha. Aquela que era escolhidas por falta de opções melhores.
Por que encher a boca e dizer "minha namorada" ? Se na hora que ela está sozinha, esta triste você não esta?Se você só sabe gritar e menosprezar as poucas coisas boas que ela tenta fazer? Isso cansa.
Ela o ama muito,mais que a si própria. Mas estava esgotada. Que amor era aquele que ela pensava em se matar? Que ela tentava realmente? Ela sabia o quão serio era aquilo.
Já havia tentado antes, sim. Mas em situações seríssimas.Com 4 anos, numa briga dos pais, ela estava muito mal,péssima, via como a unica saída por um grito de paz a morte como caminho. Ela não quis fazer aquilo naquele dia para que ninguém levasse culpa. Decidiu então numa quinta-feira,a noite, após todos irem dormir. Sairia do quarto para "beber água" e se mataria. Escreveu até uma carta.
A quinta-feira chegou, ela não tinha mais aquela certeza.Mas uma vez a duvida retornou a sua mente, morrer e deixar a pessoa que mais amava sem sua unica fonte de conforto?não terminou o plano.
Mas caro leitor, concorde comigo, que amor é esse? Um amor que a faz sentir a mesma dor do pior dia de sua vida?Isso não é amar de verdade,é gostar. É querer ter alguém para mostrar pros amigos "é minha namorada" por puro ego. É querer ter ao lado a menina "gostosinha" que é cobiçada. Amor,amor de verdade? Talvez não exista.
domingo, 14 de outubro de 2012
sábado, 13 de outubro de 2012
Esgotada
Esgotada de desilusões, se jogou na cama e tentou dormir. Não chorava, olhava pro nada sem saber oque fazer. Morrer ou viver passou a ser sua unica duvida. Tentaria tudo, talvez, mas sabia o quanto podia magoar, esse saber a prendia viva.
Num lapso corajoso, coloca a mão esquerda em seu pescoço, pressiona o começando a diminuir a passagem de ar,ela queria aquilo, ela queria muito. As recordações rodopiavam em sua mente,boas,ruins, a faziam forte e fraca numa guerra sem fim. As dores,os erros, os amores,as duvidas podiam sumir.
Mas o amor da mãe? Aquela que sofria angustiosamente todos os dias por não dar aquilo que ela pedia,que queria. A mãe, doente, triste, sofrida, que só a tinha como fonte de consolo. Como tirar da pessoa que mais lhe amava sua unica fonte de consolo? Era tão cruel..
E ele,seu tão amado? Brigas orendas a mantinham la,naquela ideia fixa de morte.O medo de pioras, dos dias de chuva,dos dias de dor a mantinham la.Desistiu.
Ela não podia terminar assim, ela tinha sonhos dos quais jurou honrar e honraria. Isso a manteria la, a manteria viva.
Num lapso corajoso, coloca a mão esquerda em seu pescoço, pressiona o começando a diminuir a passagem de ar,ela queria aquilo, ela queria muito. As recordações rodopiavam em sua mente,boas,ruins, a faziam forte e fraca numa guerra sem fim. As dores,os erros, os amores,as duvidas podiam sumir.
Mas o amor da mãe? Aquela que sofria angustiosamente todos os dias por não dar aquilo que ela pedia,que queria. A mãe, doente, triste, sofrida, que só a tinha como fonte de consolo. Como tirar da pessoa que mais lhe amava sua unica fonte de consolo? Era tão cruel..
E ele,seu tão amado? Brigas orendas a mantinham la,naquela ideia fixa de morte.O medo de pioras, dos dias de chuva,dos dias de dor a mantinham la.Desistiu.
Ela não podia terminar assim, ela tinha sonhos dos quais jurou honrar e honraria. Isso a manteria la, a manteria viva.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Só hoje, não deixe que o encanto se acabe,a estrela se apague, o amor florear.Deixe que o amor permanecer, a arvore florecer, logo ao amanhecer.
Deixa a bailarina brilhando, o ator mostrando quem é.
Mostre-me fera selvagem, sem medos e só coragem, me faça vencer.
Brilhe acima de tudo,mude caminhos, faça destinos.
Mas nunca deixe a bailarina parar de brilhar.
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